Daniel Pinho e Adelson Salvador
Uma câmera na mão, uma pauta na outra e uma conexão com a internet. Pronto. Está quase saindo do forno uma reportagem de televisão enviada de algum lugar do planeta. O restante depende da competência do repórter.
Publicado por Agência Iesb em 09/06/2011
Daniel Pinho e Adelson Salvador
Uma câmera na mão, uma pauta na outra e uma conexão com a internet. Pronto. Está quase saindo do forno uma reportagem de televisão enviada de algum lugar do planeta. O restante depende da competência do repórter.
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Publicado por Agência Iesb em 16/05/2011
Funcionários devem se manter atentos ao que postar na internet
Raoni Dolabella e Camila Benac
Falar mal do chefe na internet pode causar muitos problemas até mesmo demissão. Segundo a advogada trabalhista Andreia Ceregatto, o funcionário que fala mal do empregador ou da empresa onde trabalha no Orkut, Facebook, Twitter, entre outras ferramentas de interação, pode ser demitido por justa causa.
Se a mensagem for sobre a vida particular do empregador as consequências podem ser ainda piores. “Criticar ou ofender a vida particular do superior hierárquico é uma falta grave que pode gerar asuspensão do empregado ou demissão direta sem direito ao pagamento do salário”, afirma Andréia.
Para quem quer uma boa imagem na internet, é extremamente importante manter perfis nas redes que não comprometam a sua imagem profissional. Hoje as empresas estão conectadas a internet para saber o que estão falando de sua marca.
Segundo a Jornalista e coordenadora de Redes Sociais da FSB PR Digital, Janine Louven, é “ingenuidade” imaginar que críticas e questionamentos publicados na rede não chegam ao seu empregador. “Se o internauta se posiciona de forma inadequada, pode estar perdendo uma oportunidade de emprego”, explica Janine.
Para que um funcionário não tenha problemas com o seu contratante, deve ficar atento às políticas de atuação da sua empresa nas redes sociais. O que não aconteceu com o diretor comercial da empresa de hospedagem, Locaweb, que fez comentários ofensivos aos torcedores do São Paulo Futebol Clube durante uma partida com o Corinthians. O clube do Morumbi havia sido patrocinado pela Locaweb e o funcionário foi demitido.
No caso do funcionário da Locaweb o comentário foi feito no perfil pessoal porém para Adriana Ceregatto a punição não muda. “Não existe diferença alguma se o funcionário utilizar seu perfil pessoal para falar mal do empregador ou da empresa onde trabalha. Basta que o empregador apure e reúna todas as provas para comprovação da falta grave” explica a advogada trabalhista.
Demissão foi a conseqüência de um recente episódio de uso indevido de perfil no Twitter. A funcionária terceirizada do Supremo Tribunal Federal, aproveitou o anúncio da aposentadoria do jogador Ronaldo, para usar o perfil do STF e perguntar se o presidente do Senado não iria seguir os passos do “Fenômeno”, que pendurou as chuteiras. Apesar da reação bem-humorada do presidente José Sarney, a funcionária não está mais no STF.
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Publicado por Agência Iesb em 16/05/2011
Camila Benac e Raoni Dolabella
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Publicado por Agência Iesb em 15/05/2011
“Por mais que jogar sozinho seja bom, nada se compara a uma jogatina com dezenas de pessoas via internet”, afirma usuário da rede
Do momento em que acorda até a hora de fechar os olhos para dormir, o universitário Rafael Carneiro está conectado à internet. Desses momentos, o mais proveitoso é quando pode se sentar no sofá e jogar on line com os amigos. Ou melhor, era o mais proveitoso.
Desde abril, a rede online da Sony, a Playstation Network (PSN), foi atacada por hackers e até hoje não voltou ao funcionamento normal. “Até ela cair não sabia que a usava tanto, ou fazia diferença assim no meu dia a dia”, conta Rafael.
A queda da PSN abalou as estruturas da empresa japonesa e deixou clara a dependência dos jogadores com a internet. “Por mais que jogar sozinho seja bom, nada se compara a uma jogatina com dezenas de pessoas via internet. Não há mais como separar as coisas”, afirma o estudante. Para o fim do desespero dos gamers, a Sony prometeu reativar os serviços até o dia 31 de maio.
ÓRFÃOS
Desde o último dia 20 de abril são mais de 70 milhões de órfãos. A queda da PSN expôs a dependência de milhares de jogadores, impedidos de jogar em comunidade, comprar jogos, atualizar softwares ou mesmo trocar mensagens.
A internet nos games não diz respeito apenas à possibilidade de jogar em rede online, mas do conglomerado de serviços que vêm junto. “Não poder se comunicar com o pessoal que você se fala toda semana ou não atualizar o sistema operacional do console dificulta”, reclama rafael.
No entanto, nem todos os jogadores são como Rafael. O estudante de engenharia mecânica, Lucas Schwab, 23 anos, que se define como Hardgamer (como são chamados os aficcionados por jogos), não deixou de curtir sua diversão por causa da queda na rede.
“Antes de todo o alvoroço das redes online, já jogava muito sozinho, ou mesmo com amigos na sala, o que convenhamos é muito melhor”, afirma Rafael.
FEBRE
A febre dos jogos online surgiu com os primeiros MMORPGS, popularmente chamados de jogos de estratégia em massa. Títulos como Diablo, Warcraft e Starcraft viraram febre e consolidaram de uma vez por todas a internet como meio essencial dentro do mundo dos games. Após isso, chegou a vez dos jogos de tiro tomarem conta das lan houses. Counter Strike foi o mais popular entre os brasileiros.
“Cheguei a passar madrugadas inteiras dentro de uma lan house para jogar. Gastei muito dinheiro com isso. Mas sempre foi um prazer jogar, hoje já deixei de lado, passou a fase”, conta Sérgio Dantas, outro gamer que não necessita da internet para se divertir.
Enquanto existem pessoas como Rafael que vivem pela internet ou como Sérgio e Lucas que não fazem questão dela, também há o tipo de jogador que rejeita a internet como algo imprescindível na hora de jogar. “Não acho que seja necessário. A experiência online é legal mas nada supera a experiência pessoa de se jogar um título e refletir sobre ele sozinho. Atualmente o pessoal se preocupa mais em juntar dez pessoas, atirar para todos os lados e pronto. Restam poucos que apreciam uma verdadeira experiência “single player”’, fala o contador Hugo Almeida, 22 anos.
DESENVOLVEDORES DE JOGOS
A internet não mudou apenas o modo de os jogadores se relacionarem, mas também o modo de fazer os jogos. Com o elemento “online” sendo preponderante para o sucesso de um título, não basta apenas colocar um modo multijogador, é preciso todo um planejamento para usar esse artifício a favor.
“A sociabilização é um fator muito importante. Tudo fica mais fácil e podemos nos relacionar por meio de um jogo. Mas é muito mais que isso, é mais do que juntar uma galera para jogar”, comenta Roberto Guedes, desenvolvedor de games de Give Me Five.
Para ele, poder vender jogos online e ter uma resposta dos clientes de maneira imediata é outro fator positivo que a rede trouxe. “Com a possibilidade de lançar jogos online o custo para o desenvolvedor abaixa significativamente, há mais espaço para quem quiser projetar e entrar no mercado”, Guedes.
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Publicado por Agência Iesb em 14/05/2011
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Publicado por Agência Iesb em 12/05/2011
Há quem ainda fique perdido e confuso com tanta coisa acontecendo, principalmente as mães, que fazem de tudo para acompanhar os filhos nessa descoberta “cybernética”
Isabela Evelin e Mariana Uchôa
A música e atriz, Maria Eva, 31 anos, teve a percepção de que faltava um pouco de tecnologia dentro do universo materno. Com isso, criou o blog Mãe Geek, que foi feito para mostrar tudo que é novidade no mercado. Segundo estudos realizados pela Ibope Nielsen Online-NetView, metade das crianças com idade entre 8 e 12 anos possuí dois ou mais dispositivos móveis. Elas relatam passar aproximadamente 2 a 3 horas por dia usando seus dispositivos.
De acordo com Maria Eva a proposta do site ajuda a introdução das mães ao mundo dos filhos. “Achei que seria bacana apresentar novidades para mães e pais modernos que gostam de tecnologia, internet e games”, conta Maria, conhecida também como Madame Min (MTV). No blog, ela interage com as mães e afirma que o retorno é grande e satisfatório. “Há várias respostas de mães comentando os posts e dizendo que não conheciam alguns jogos e aplicativos que posto. Acho muito interessante poder levar isso, ter o feed back de outros que já conhecem e curtiram o blog. Saber que apresentei de uma forma diferente ou acrescentei algo que eles não conheciam”, afirma.
Não é de se espantar quando o assunto é quantidade de crianças que cada vez mais estão ligadas neste universo. De acordo com uma pesquisa realizada em agosto de 2010, pelo Ipobe Nielsen Online-NetView, no Brasil, das mais de 32,3 milhões de pessoas que usam a internet em casa, 14% são crianças de 2 a 11 anos de idade. Isso representa cerca de 4,5 milhões de menores on-line. Há, hoje em dia, rótulos dado a pessoas que são consideradas “in” no mundo tecnológico, elas são conhecidas como “Geek”.
Para a Designer, Priscilla Perlatti, mãe de duas filhas, existe uma grande diferença entre usar a internet e ser um apaixonado por tudo eletrônico. “Geek para mim é quem vai mais fundo, tem Smartphones, Ipads e aplicativos para todas as coisas” afirma. Apesar de dizer adorar e conviver no seu dia a dia com todas essas ferramentas, Priscilla acredita que é preciso saber a hora e o momento certo para vivenciar essas novidades. “Aqui somos uma família contra os Smarphones porque achamos que esse tipo de gadget suga o tempo das pessoas” conta. Priscila completa seu pensamento falando que mais tarde será inevitável o uso. “Os pais vão estar sempre atrasados em como se familiarizar com a tecnologia vigente. Quem há 15, 20 anos atrás, nunca teve que programar o videocassete para pai/mãe/tia? Hoje os pais pedem para os filhos programar o site/blog/telefone”, garante Priscilla.
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Publicado por Agência Iesb em 14/04/2011
Conselho Regional de Odontologia obteve liminar na justiça contra ‘promoções’ na internet
Priscila Honorato
Que os sites de compras coletivas chegaram pra ficar todos já sabem. Mas a maioria dos internautas ainda não parou para pensar nos perigos e consequências de certos serviços oferecidos e que, muitas vezes, são realizados por profissionais não autorizados.
Mesmo sem indicação médica e com apenas alguns cliques qualquer pessoa pode comprar tratamentos estéticos, como clareamento dental, aplicação de botox e peeling. Estes procedimentos chegam a custar apenas R$ 50, preços bem abaixo dos anunciados em clínicas.
As ofertas nos sites de descontos são tentadoras mas a legislação brasileira proíbe que médicos e dentistas, por exemplo, façam qualquer propaganda valendo-se do preço como chamariz.
“É uma forma de granjear a clientela, como se fosse uma concorrência desleal. Portanto a legislação proíbe e o Conselho Regional de Odontologia está atento quanto a essa situação”, declara o dentista João Marcelo.
O Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal entrou na justiça contra os sites de compras coletivas solicitando a proibição da divulgação de ofertas voltadas para área estética e conseguiu liminar que impede essa prática.
A ação foi ajuizada na 1ª Vara Federal do DF no dia 4 de fevereiro e recebeu liminar favorável da juíza Solange Salgado. “Na ação o Conselho pede que os sites de compras coletivas sejam impedidos de oferecer procedimentos e tratamentos odontológicos ou qualquer outro tipo de publicidade do setor contendo preço, modalidade de pagamento ou serviço gratuito”, afirma o presidente do Conselho, Júlio César.
PEELING
A assistente administrativa Ludmila Lopes comprou um tratamento de peeling e depilação a laser, mas não ficou satisfeita com o serviço oferecido. “Me senti enganada e fiquei com medo. Quando cheguei ao local, o médico atendia, ao mesmo tempo, todos os pacientes que estavam na clínica”, declara.
A consumidora disse ainda que o ácido foi mal aplicado, pois já tinha feito esse procedimento outras vezes com um dermatologista. “O médico aplicou o ácido e mandou tirar rapidamente do rosto. Normalmente, o remédio fica um dia na pele, sendo necessária a aplicação de protetor solar após 30 minutos. Ele simplesmente me mandou embora sem nenhuma recomendação. Quem nunca fez um procedimento desses com um médico, pode até manchar o rosto se não usar a proteção adequada”.
No site no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), o membro e cirurgião plástico, José Tariki, afirma que até mesmo peelings e depilação a laser são atos médicos.
“Não é o paciente que escolhe qual tratamento pode fazer. um especialista deve avaliar se aquela técnica é adequada”. Portanto, é necessário checar se a clínica é de confiança, se está registrada e possui autorização do Conselho Nacional de Medicina para praticar os serviços oferecidos.
A reportagem pediu a posição do site CityBest de Brasília, mas não obteve resposta.
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Publicado por Agência Iesb em 06/04/2011
Com a chegada das novas mídias o telejornalismo busca a interatividade com o telespectador
Osvaldo Teles
A presença no mundo digital é mais que uma opção, é uma exigência para o telejornalismo. Três profissionais dão seu depoimento para a Agência Iesb: o apresentador do Bom Dia DF, Frederico Ferreira; o editor do Bom Dia DF, Marlon Herath, e o engenheiro eletrônico Danilo Matos, especializado em infra-estrutura de televisão.
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Publicado por Agência Iesb em 05/04/2011
A popularização das redes sociais conquistou pessoas que desejam encontrar ou fazer novas amizades. Somente isso?
Paula Mattäus
O objetivo almejado por quem recorre às redes sociais na hora de conseguir uma colocação é o de dar um salto na carreira.
Último semestre na faculdade, planos para o futuro, eis que surge na mente de estudantes a seguinte questão: “Será que conseguirei um emprego na área em que me formei principalmente em um mercado de trabalho que está, a cada dia, muito mais competitivo?” Há a possibilidade de que a resposta seja afirmativa tanto para graduandos como para profissionais efetivados e em busca de melhor colocação.
A procura por talentos entre os concorrentes e a inclusão de perfil em sites para contato profissional, como o LinkedIn, tem contribuído significativamente para que o número de postos oferecidos diretamente, ou não, por meio da rede mundial de computadores sejam ampliados.
“Tenho um perfil no LinkedIn e destaquei as minhas especializações, trajetória profissional, fluência em inglês e espanhol, experiências no exterior (Canadá e Espanha) e até atividades extracurriculares, como aulas de circo”, afirma Natália Campos.
Em fevereiro de 2010, a gerente de segurança de e-mail, Natália Campos, foi convocada para participar da seleção para o cargo de gerente de marketing de uma multinacional. Quem a convidava era um desconhecido, que tinha visto o perfil da moça em uma rede social, e estava à busca de um profissional para assumir a área de marketing.
O recrutador conferiu mais 300 conexões da gerente na rede social e as recomendações de quem havia trabalhado com ela. Aprovada, a paulista de 29 anos mudou de emprego satisfeita. O motivo? Não somente porque a nova escolha rendeu à gerente o aumento de 25% nos vencimentos dela. “O trabalho que faço agora é mais alinhado aos meus objetivos”, disse.
Assim como Natália, outros profissionais fazem uso das redes sociais para formar ou dar amplitude às respectivas malhas de contato (networking). Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (IBOPE Inteligência) revela que 88% das mulheres brasileiras conectadas à internet acessam algum site de relacionamento profissional. A maioria delas; 83%, faz isso interessada em relacionar – se com as amizades, conseguir novas e outros (não definido), porém, 28% das internautas procuram por ganhos na carreira.
O LinkedIn, originado nos Estados Unidos, tem, aproximadamente, 75 milhões de usuários em todo o mundo. Nos últimos cinco anos, as empresas se deram por conta de que a rede social, e as demais do gênero, equivalem a um enorme banco de currículos periodicamente em atualização. “Então, os recrutadores passaram a publicar anúncios de vagas e a buscar profissionais e referências sobre eles nesses ambientes”, é o que considera Elaine Saad, vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos.
Fontes: Lara Silberger (informações complementares), site LikedIn, IBOPE Inteligência, Fundação Getúlio Vargas e Associação Brasileira de Recursos Humanos.
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